Retratando(me)

“O que escreves hoje ficará para sempre num qualquer data center, visto por milhões de pessoas. Um dia terás filhos e continuarão no ar as palavras e as frases que publicamente escrevemos. Há certos sentimentos que são do foro íntimo da família nuclear, outros da familia como um todo, outros dos amigos…”
Conselho de um Pai, que é um tio, que me aclareou as ideias.
Apaguei o post anterior, porque não se trata de rancor, trata-se de respeito, respeito esse que me faltou quando publiquei o texto.
Não se trata de vergonha, mas sim de consciência.
A todos os que possa ter irritado, entristecido, ou até comovido com o meu desagrado em forma de texto, o meu mais sincero lamento. De fora para dentro.
O espaço público é isso mesmo, público e como tal, impera que o comedimento seja a nota dominante.
Fui intempestivo, mas suficientemente humilde para perceber que estava errado e assim posso dizer, tio, obrigado.
Vamos continuando, aqui e em qualquer outro lado.
Martim
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