Odeio a doença

Doença – (do latim dolentia, padecimento) é uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e está associada a sintomas específicos.[1][2][3] Pode ser causada por fatores externos, como outros organismos (infecção), ou por desfunções ou malfunções internas, como as doenças autoimunes. A patologia é a ciência que estuda as doenças e procura entendê-las.
Resulta da consciência da perda da homeostasia de um organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido a infecções, inflamações, isquémias, modificações genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou disfunções orgânicas. Distingue-se da enfermidade, que é a alteração danosa do organismo. O dano patológico pode ser estrutural ou funcional.
O médico faz a anamnese e examina o paciente a procura de sinais e sintomas que definem a síndrome da doença, solicita os exames complementares conforme suas hipóteses diagnósticas, visando chegar a um diagnóstico. O passo seguinte é indicar um tratamento
Ora então aqui está o porquê desta minha comunicação a quem tiver o azar de se lembrar de vir espreitar o meu lixo comunicacional.
Estar doente é algo que, acho absolutamente abominável, na medida em que é uma condição a que não estou minimamente habituado.
Se há doença que me irrita, é a constipação miúdinha, aquela que nem sequer tem tempo ou idade para ser verdadeiramente uma constipação, mas que apenas difere da constipação nesse ponto, e noutro deveras importante, que é a abençoada (não sei bem por quem) ausência de alteração da temperatura corporal, vulgo FEBRE.
Assim, estou doente, porquê?
Porque estou constipado.
Mas tens febre?
Não.
Ha, então não tás doente..
Pois não, tás tu.
E pior destas estúpidas constipações, são sem dúvida as carradas de litros de MUCOSIDADES, que expelimos pelas vias nasais.
O som de alguém a assoar-se nunca me fez confuisão, até achava ligeiramente engraçado, agora o som ininterrupto de eu próprio a assoar-me é verdadeiramente diabólico e irritante.
Quase que tenho de acartar com um balde de casa, à Real Lavrador, para deixar escorregar do nariz o ranho que me cai involuntariamente.
Meto-me NOJO.
Estou doente.
Estou farto.
Sobretudo de andar a pedinchar os tão simpáticos, “lencinhos de papel”, que toda a gente tem, mas que curiosamente, as pessoas que andam sempre munidas desses artefactos fantásticos, nunca estão cosntipadas, ou seja, são autÊnticos bons samaritanos sarcásticos, que carregam com eles lenços que no fundo, servem para troçar de quem escorre água pelo nariz.

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