A meia dezena

Eis que chego então aos 50 textos publicados neste espaço.
Seria talvez motivo para pedir uma garrafinha de um qualquer néctar de cor bordeaux, daqueles que se acredita ter sido mictado por DEUS vosso Senhor. O verdadeiro nectar divino…
Mas não. Servirá esta comemoração para imprimir neste meu espaço, um novo ritmo, novas tendências, novas ideias, novas formas, nunca esquecendo o motivo pelo qual comecei com esta “brincadeira” séria, a que dei o nome de o que dizes tu.
Escrever é sem dúvida um complemento fundamental da minha personalidade. Contar histórias é um propósito para o qual, acredito ter nascido.
Possibilitar a quem lê, uma viagem de circum-navegação, por entre palavras, frases, ideias, fábulas, cenários criados única e exclusivamente com esse fim, o de proporcionar a quem gasta algum do seuprecioso tempo a ler as enumerações, metáforas, comparações, criações, invenções e parvoíces que teimo em escrever.
Para se conseguir escrever, é preciso que se tenha em atenção, que vamos possivelmente ser lidos, por pessoas muito diferentes, a quem a mensagem vai chegar de formas igualmente distintas.
Este facto torna tudo mais delicioso, transforma a escrita num desafio, num objectivo e sobretudo, num exercício de adpatação de vocabulário, de enquadramento válido das ideias, de maneira a que possam ser facilmente compreendidos e interpretados, e que acrescentem algo mais `vida de cada um que tem o azar de ler aquilo que escrevo.
Sem medos, e com muito trabalho mental, seguirei em ritmo mais vivo, mais próximo, mais íntimo, e de preferência menos parvo…
Desculpem, este último ponto não vai de todo poder ser alcançado, porque a parvoíce e a idiotice, fazem parte da composição interna da minha pessoa, como tal, se querem ler coisas sérias, com fundo de idoneidade e com pretensões literárias de prémio Nobel, terão de se contentar em ler aquelas coisas fraquinhas que os nossos premiadíssimos autores escrevem…
Não são nada fraquinhas, lá está a minha anormalidade a entrar em erupção e a fazer brotar estupidez pela ponta dos 7 dedos com que me atrevo a dactilografar esta palhaçada.
Enfim, tenham esperança porque tudo isto vai melhorar.
os próximos 50 serão prova viva de que não passo dum pateta a querer divertir e tocar aqueles que me dispensam a atenção que peço.

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